Neste post, irei falar de uma tendência, que, com a facilidade hoje em dia que se faz um site, já é possível os mais incríveis designs que se possam pensar tem estado a crescer em utilização, também devido aos blogs, pelos clientes de websites.
O template ( aplicado em design ) é um modelo utilizado em todo um site. Parte de uma página base em que a maior parte do site nunca muda, possuindo áreas onde o conteúdo do site vai ficar na versão final.
Não irei entrar em muitos pormenores técnicos e históricos, já que não é esse o meu objectivo.
O Bom
Os Templates pré-feitos é que uma pequena empresa de design ou designer pode chegar a um destino ( site, blog, gestor de conteúdos ) e aplicar o layout. É relativamente fácil pegar no template e aplicá-lo no destino, custa barato e dá para utilizarmos noutros projectos.
Isto é uma excelente ideia para quem está a começar no web-design e nestas variantes. Hoje em dia, gosta-se de comprar as coisas já feitas.
Para as pessoas que vivem de fazer layouts em templates é uma boa fonte de rendimento.
O Mau
Existem vários males associados aos templates, nomeadamente se quisermos mudar qualquer coisa nos templates, poderemos estar algo limitados no que podemos mexer, direitos de autor e se quisermos suporte ao template poderemos ter de largar umas boas massas para tal. Existem sites de templates que ao comprar 1 template é X mas é só para uma única utilização. O risco de o template ser apanhado em mais do que um projecto é menor mas a “talhada” que se apanha pode pesar na carteira.
Uma situação comparável com o uso de templates é a antevisão com o uso do site.
Dando o exemplo que me foi contado.
Um dia, um certo cliente descobriu as maravilhas do Joomla e não quis um site personalizado desenhado e programado á medida dele. Acontece que, como o cliente não percebe patavina da coisa, meteu o Joomla, meteu uns artigos e escolheu um tema ( template ). Acontece que o design do site estava tão pobre, tão sem gosto que até a mim me envergonha.
O Vilão
Usar templates é um pau de dois bicos.
Por um lado temos um site extramente lindo, mas para um cliente que queira competividade no mercado, convém ter um site com um design único que o identifique senão corre o risco de ser confundido com um concorrente e perder negócio. Não é por ser o único na área que não corre estes riscos, mas um template pode ser usado para N fins.
Para as pessoas e empresas que apostam na área do design único, também é complicado concorrer com estes tipos de situação, já que têm colaboradores a trabalhar.
Por outro lado eu também uso templates. Uso templates para os meus gestores de conteúdos ( programar Interfaces não é fácil para mim e como não sou designer ( “Cada macaco no seu galho” ) decidi por este caminho ) e também uso para o meu blog pessoal. Mas raios… Eu não faço negócio com o meu blog e os meus gestores de conteúdos são fornecidos com os meus serviços. Agora se fosse fazer um site e me pedissem para implementar um template, para por exemplo, um website, desaconselharia vivamente a utilização de um template.
O que aconselho sempre, é consultarem uma empresa profissional para poderem averiguar se é ou não necessário o uso de templates. Se quiserem fazer vocês mesmo as coisas, pois são livres de o fazer, mas reparem, eu não me dirijo ao meu médico de família e digo-lhe como é que se faz o trabalho dele :p